O Paradoxo do Tempo

Neste sexto volume da série, Artemis está de volta depois de sumir por três anos. E o que encontra pela frente é uma vida muito diferente da que havia deixado para trás. Agora, ele é o irmão mais velho da família, e passa os dias ensinando seus irmãozinhos gêmeos coisas importantes, como, por exemplo, a forma correta de chamar um garçom em um restaurante francês. Artemis levando uma pacata vida caseira?

Bom, mais ou menos… Ao ver sua mãe contrair uma doença fatal, o mundo de Artemis vira de cabeça para baixo e ele novamente terá que salvar sua família. Sem conseguir um diagnóstico dos Homens da Lama, Artemis apela para seus amigos do Povo das Fadas e descobre que a doença é muito mais grave do que ele poderia imaginar: sua mãe e todos os seres mágicos estão em perigo. A única esperança de cura é o fluido cerebral de um lêmure sifaka sedoso. Infelizmente, essa raça está extinta, graças a um acordo impiedoso que o próprio Artemis fizera quando era mais novo.

Mesmo com a baixa probabilidade de sucesso, o menino prodígio do crime não está disposto a desistir. Com a ajuda dos amigos do Povo das Fadas, o jovem gênio viaja no tempo para resgatar o lêmure e trazê-lo em segurança até o presente. Para fazer isso, porém, Artemis terá que derrotar um louco que acaba de decidir qual será sua próxima presa: a capitã Holly Short.

As regras de viagens no tempo não são nem um pouco simples, mas para salvar a mãe, Artemis terá que quebrar todas elas. E, como se essa missão já não fosse complicada o suficiente, ele ainda terá que enfrentar, finalmente, um adversário à sua altura: ele mesmo, aos dez anos.