O menino prodígio do crime

Artemis é o único herdeiro do clã Fowl, uma lendária família de personagens do submundo, célebres na arte da trapaça.

O garoto imagina um plano para recuperar a fortuna de sua família, após o desaparecimento misterioso de seu pai. Seu plano poderia derrubar civilizações e mergulhar o planeta numa guerra entre espécies.

Começa a pôr seu plano em prática em Ho Chi Minh, a calorenta capital do Vietnã, em pleno século XXI. Lá, aliando tecnologia de ponta a seus dons criminosos, ele chantageia uma fada decadente para roubar seu Livro, objeto que permitirá desvendar os segredos do Povo das Fadas e descobrir onde esse povo guarda uma enorme reserva de ouro.

O único problema é que o Livro está em gnomês — o idioma das fadas, um alfabeto ancestral, jamais decifrado por um humano. De volta à sua segura mansão na Irlanda, ele trabalha freneticamente, com a ajuda de seu superpotente computador, até conseguir desvendar o código e traduzir o texto. Mas isso é só o início. Em um lance ousado, Artemis sequestra uma das criaturas do Povo das Fadas para assegurar o sucesso de seu plano. O que ele não esperava era se deparar com a capitã Holly Short, uma elfo valente e irritada da LEPrecon, a unidade de elite da polícia das fadas.

Resultado: em pouco tempo, Artemis se vê em meio a um exército de fadas, gnomos, duendes, elfos e trolls, com armas muito mais avançadas que as dos humanos. Artemis está confiante que pode vencê-los quando bem entender, mas eles pararam de jogar conforme as regras.

Aliando cenas de ação no melhor estilo James Bond, lendas celtas, seres encantados nada adoráveis e um charmoso anti-herói, Artemis Fowl: O menino prodígio do crime é diversão garantida para leitores dos oito aos oitenta anos.

TRADUÇÃO DO RODAPÉ

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